Diálogos da Psicologia – Paz

3.005.00

Dia: 5ª feira, 31 de Outubro de 2019

Local: Ordem dos Psicólogos – Sede da Ordem dos Psicólogos Portugueses (Av. Fontes Pereira de Melo 19D, Lisboa)

Hora: 18h30

Dedicado: Membros e Não-Membros

Por favor efectue o pagamento nos próximos 120 minutos. Após esse limite, a encomenda pendente será cancelada. 

 

REF: n.d. Categoria:

Descrição

“Os Diálogos da Psicologia têm como objectivo o de levar a cabo, mensalmente, iniciativas de cariz cultural e científico nas instalações da Ordem dos Psicólogos Portugueses, dirigidas a outros profissionais e aos Psicólogos em particular, para incentivar a aproximação à Psicologia de diversas disciplinas, através de conversas informais com os actores – personalidades de valor confirmado e jovens valores em crescimento – sensibilizando para a importância do enriquecimento inter-disciplinar no avanço do conhecimento” – Nuno Colaço, curador “Diálogos da Psicologia”

 

CONVIDADOS

 

 

 

 

 

Marco Espinheira

Nasceu no Porto em 1972. Licenciado em administração pela Universidade Católica em 95 e Mestre em New Ventures pela Universidade Estatal da Califórnia em 99, Marco Espinheira é um empreendedor em série e explorador criativo. Fundou várias empresas nos setores de comunicação, publicidade, tecnologia e cultura. As suas principais áreas de intervenção são o desenvolvimento de negócios, gestão estratégica e de inovação. Ele foi responsável por criar e gerir o primeiro festival europeu de cinema digital, Consultou regularmente várias organizações sobre estratégia de comunicação, cultura e inovação, como Câmara Municipal de Cascais, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e Banco de Inovação Social. Foi responsável pela coordenação da diplomacia econômica e cultural no Camões, IP – Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, encarregado de redesenhar a rede internacional cultural e educacional. Fala regularmente sobre empreendedorismo, incluindo empreendedorismo cultural, inovação e a relação entre cultura e negócios. Entre outros, pertence ao ceselho geral e consultivo de várias organizações, entre as quais, IPDAL, AGAVI e ILC e também é cônsul honorário de Belize em Portugal. Desde  2014 é Diretor do Futuro na Câmara Municipal de Cascais, responsável pelas áreas da comunicação, inovação, tecnologias de informação, cultura, património, cidadania, talento, juventude, desporto, planeamento estratégico e smart cities.

É Diretor de estratégia e inovação na Câmara Municipal de Cascais desde 2014, e responsável pelas áreas de comunicação, inovação, tecnologias de informação, cultura, cidadania e participação, emprego e juventude.

Francisca Nunes

Chamo-me Francisca Nunes, tenho 18 anos e estou no 1º ano no Técnico em Engenharia Informática. Fui viver para Angola com 10 anos e reparei de imediato na extrema pobreza que contrastava com a alegria e vivacidade das crianças que brincavam na rua. Foi essa energia de quem tem tudo, mas que na verdade não tem nada, e as idas a orfanatos com a minha mãe que me cativou a querer ajudar para que as crianças pudessem ter uma vida melhor. E por isso criei o projeto “Ajude a ajudar” no colégio em Angola, no 8º ano, com o objetivo de contribuir para uma vida melhor numa instituição que acolhe crianças mas ao mesmo tempo criar o “bichinho” do voluntariado nos meus colegas. Este “bichinho” foi conseguido através de uma tarde que passámos com estas crianças num ambiente de igual para igual, sem ligar às diferenças dos extratos sociais, mas apenas para nos divertirmos.  Quando voltei para Portugal, este “bichinho” manteve-se e colaborei durante 2 anos com a Refood.  O culminar de todas as minhas experiências e o querer fazer algo que neste momento estivesse a impactar o mundo, foi colaborar com a Câmara Municipal de Cascais e com as escolas internacionais, em março de 2018, e trazer a Portugal o Nobel da Paz (2007), Dr. Pachauri.

 

 

 

 

 

Ana Paula Antunes

Dados Pessoais: Paula Antunes. 52 Anos. Funcionária Pública. Alicerces da Vida: 3 Filhos; Pais; Família; Amigos; Fé. Voluntariado:  Faço voluntariado desde os meus 16 anos; Desde 2011 faço recolha de alimentos para a Igreja de Corroios com distribuição à 6ª feira pelos mais necessitados; Desde 2017 colaboro com a Associação Sandra, em Almada, na recolha e entrega de bens: (mobílias, brinquedos, roupas, sapatos e os mais diversos artigos); Lema de Vida: Viver um dia de cada vez. Os meus filhos são a minha maior razão de viver, mas, preciso de viver para os outros para me sentir viva! Reconfortar no que for preciso o outro; Uma palavra, Um abraço, um agasalho, um brinquedo, um sorriso….. Sei que não posso mudar o mundo, mas posso dar um minuto de alegria na vida de uma pessoa.

 

 

 

 

Leonor Roque

Nasci no ano de 2003. Aos 3 anos de idade, tive a oportunidade de contactar com a música ao entrar na escola Metropolitana, sendo o meu instrumento o violino. Quanto aos estudos académicos, fiz entrada no Liceu Francês, tendo transitado no 6° ano para a escola Eugénio dos Santos onde permaneci com ensino articulado com o Instituto Gregoriano de Lisboa. Interessei‐me desde cedo pela arte do desenho e, mais tarde, pela astronomia, optando por seguir o curso de ciências e tecnologias no ensino secundário.

Moderação: José Ornelas 

Professor Catedrático no ISPA – Instituto Universitário, em Lisboa, onde é director da Licenciatura em Desenvolvimento Comunitário e do Mestrado e Doutoramento em Psicologia Comunitária.

Em 1987 fundou a AEIPS – Associação para o Estudo e Integração Psicossocial, uma organização que, sob a sua direcção, tem vindo a investigar e desenvolver programas inovadores de apoio à integração comunitária de pessoas com doença mental, bem como a formar estudantes e profissionais nesta área de intervenção. Ao longo dos últimos trinta anos, tem sido pioneiro na criação de respostas à desinstitucionalização e criação de serviços de apoio na comunidade para grupos em situação social de vulnerabilidade extrema, com consequências graves em termos de acesso a habitação, educação/formação profissional e emprego. E em resultado deste trabalho, implementou este ano, o programa Casas Primeiro para pessoas sem abrigo com doença mental.

 

 

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